ANÁLISE DO FILME “COLCHA DE RETALHOS” RELACIONANDO COM TEXTO “O EU, O OUTRO E AS DIFERENÇAS
INDIVIDUAIS E CULTURAIS”
(Elizeu
Clementino de Souza)
O filme Colcha de retalhos traz a experiências e histórias de vida de um grupo de mulheres
maduras, que tem o hábito de se reunirem para confeccionar uma colcha constituída
de retalhos. Cada uma confecciona um pedaço para depois juntá-los formando uma bela
colcha. Durante esta construção elas comentam momentos tristes e felizes que
marcaram suas vidas. A história de vida das senhoras citadas no filme nos faz
refletir sobre o que queremos fazer e o sentido que nossos as nossas ações
podem causar no nosso futuro pessoal, profissional e do outro. E ainda a influencia
das ações do outro na construção de nossa identidade como ser humano. Segundo
Souza (2005) é na dinâmica da vida e nas histórias
tecidas no nosso cotidiano que aprendemos dimensões existenciais e
experienciais sobre nós mesmos, sobre os outros e sobre o meio em que vivemos.
Neste sentido é importante pensarmos na importância que o outro tem na construção
do nosso conhecimento, na nossa formação e enquanto seres humanos. No início do filme foca-se em um carretel de
linha desenrolando, a partir dele podemos refletir sobre este procedimento e a
vida, pois os acontecimentos de nossas vidas vão desenrolando aos poucos, em
uma sequência, assim como a linha do carretel. Nós enquanto educadores
precisamos repensar sempre a nossa prática considerando as experiências
vivenciadas na sala de aula e os exemplos de vida nosso e do outro que
presenciamos diariamente em nossas vidas cotidiana.
Olá!!
ResponderExcluirComo um carretel de linhas que se desenrola a construção da nossa história de vida vai se tecendo, em uma sequência, nunca linear. Mas, aos saltos a partir da relações que vamos estabelecendo ao longo da nossa existência, a hetero, eco e auto(formação) de que Pineau falou e que Souza(2005), com outras palavras reafirma.
Tanto no filme A colcha de retalhos quanto no texto de Souza(2005) o outro tem papel preponderante na nossa formação.
É por aí mesmo!
Abraços,