terça-feira, 13 de novembro de 2012


ANÁLISE DO FILME “COLCHA DE RETALHOS” RELACIONANDO COM TEXTO “O EU, O OUTRO E AS DIFERENÇAS INDIVIDUAIS E CULTURAIS”
 (Elizeu Clementino de Souza)
 
O filme Colcha de retalhos traz a experiências e histórias de vida de um grupo de mulheres maduras, que tem o hábito de se reunirem para confeccionar uma colcha constituída de retalhos. Cada uma confecciona um pedaço para depois juntá-los formando uma bela colcha. Durante esta construção elas comentam momentos tristes e felizes que marcaram suas vidas. A história de vida das senhoras citadas no filme nos faz refletir sobre o que queremos fazer e o sentido que nossos as nossas ações podem causar no nosso futuro pessoal, profissional e do outro. E ainda a influencia das ações do outro na construção de nossa identidade como ser humano. Segundo Souza (2005) é na dinâmica da vida e nas histórias tecidas no nosso cotidiano que aprendemos dimensões existenciais e experienciais sobre nós mesmos, sobre os outros e sobre o meio em que vivemos. Neste sentido é importante pensarmos na importância que o outro tem na construção do nosso conhecimento, na nossa formação e enquanto seres humanos.   No início do filme foca-se em um carretel de linha desenrolando, a partir dele podemos refletir sobre este procedimento e a vida, pois os acontecimentos de nossas vidas vão desenrolando aos poucos, em uma sequência, assim como a linha do carretel. Nós enquanto educadores precisamos repensar sempre a nossa prática considerando as experiências vivenciadas na sala de aula e os exemplos de vida nosso e do outro que presenciamos diariamente em nossas vidas cotidiana.

Um comentário:

  1. Olá!!

    Como um carretel de linhas que se desenrola a construção da nossa história de vida vai se tecendo, em uma sequência, nunca linear. Mas, aos saltos a partir da relações que vamos estabelecendo ao longo da nossa existência, a hetero, eco e auto(formação) de que Pineau falou e que Souza(2005), com outras palavras reafirma.
    Tanto no filme A colcha de retalhos quanto no texto de Souza(2005) o outro tem papel preponderante na nossa formação.
    É por aí mesmo!
    Abraços,

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